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EU QUERO O MEU

A necessidade da salvação eterna

Tempo de leitura: 4 min

Se Deus nos deu o dom da vida, foi para que tratemos do ofício de nossa salvação. E nós, no entanto, tanto atrasamos este dever!

Nos importamos com o que é vão, com aquilo que passa. Buscamos prazeres momentâneos e voltamos nossos olhos para a Terra… quando, meu Deus, quando iniciaremos a buscar-Vos e adorar-Vos?

Leia, neste artigo, a urgência da necessidade de buscar a expiação de nossos pecados.

Leitura

A leitura de hoje está no Evangelho segundo São Mateus, capítulo 16, versículos de 24 a 26:

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me. Porque aquele que quiser salvar a sua vida, irá perdê-la; mas aquele que tiver sacrificado a sua vida por minha causa, irá recobrá-la. Que servirá a um homem ganhar o mundo inteiro, se vem a prejudicar a sua vida? Ou que dará um homem em troca de sua vida?… Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai com seus anjos, e então recompensará a cada um segundo suas obras.”

Reflexão

Primeiro ponto – Considera se tens outro negócio de maior importância, se o tens mesmo de tanto alcance, ou se pode ter jamais negócio que tanto te interesse como o da tua salvação.

Não se trata agora de perder, ou ganhar, um pleito de que depende tudo quanto possuis.

Tampouco se trata de seres, ou não seres, feliz por toda a tua vida. Na verdade seria isso de grande interesse para ti, mas não é coisa que envolva uma consequência infinita. Seres em tudo infeliz, padeceres trabalhos até à morte, realmente não era pequena desventura, mas afinal podia ter algum remédio.

Aquilo, porém, de que se trata agora é duma felicidade, ou duma infelicidade, eterna. Trata-se de possuir a Deus eternamente na ditosa mansão dos bem-aventurados, ou de seres precipitado nos infernos, condenado sem remédio às chamas eternas. Disto se trata, quando se fala do grande negócio da salvação.

Será, pois, dalguma importância e merecerá os nossos cuidados este negócio?

Temos de morrer. E de que nos servirá na hora da morte a riqueza, o poderio, a felicidade, segundo a entendem os homens do mundo?

O fim é certo

Temos de morrer. E com a morte, tudo se perde, tudo se deixa. 

Temos de morrer. E na morte, nobreza, dignidades, honras, tudo desaparece, tudo são títulos vãos. 

E que começarei eu a ser depois da morte? Se sou santo, esta só qualidade me indeniza com vantagem da perda de todos os outros bens. Porém se me condeno, se o inferno vai tornar-se a minha habitação para todo o sempre, se do meu leito passo para o fogo eterno, quem me indenizará de tão grande perda, duma perda que é obra de minhas mãos, duma perda sem consolação nem remédio?

E em face disto, ainda há quem pensa tão a sangue frio no negócio da salvação! Ainda há quem deixe passar um dia inteiro sem se lembrar dele! – Quem sabe se nós mesmos faremos estas reflexões, sem contudo lhes levarmos vantagem na prudência! 

Oh, bom Deus! Como eu choro o meu erro e a minha cegueira! Estão passados a maior parte dos meus dias, e ainda talvez não principiei a trabalhar em negócio tão incalculavelmente poderoso. E que merecerei, se defiro para outro dia o principiar? 

A inutilidade das posses

Segundo ponto – Considera de que servirá hoje aos condenados o terem possuído grandes rendas, o terem desfrutado pomposos títulos, o terem sido mimosos do mundo? Que compensação terá quem se perdeu para sempre? – Eu perdi o céu, eu perdi a Deus. Logo, tudo se perdeu para mim, tudo se perdeu sem remédio.

Ah! E quanto não ganharam tantos milhões de Mártires que perderam a vida por amor de Jesus Cristo! Um suplício dalguns momentos, e quando muito dalguns dias; todas as aflições, todos os maiores tormentos da vida presente, que proporção têm com a glória futura? Pode parecer custosa, pode dizer-se cara a felicidade que consiste na posse do próprio Deus?

Ah, Senhor, e que prudentes não foram aqueles Santos, aquelas pessoas penitentes e mortificadas que tudo sacrificaram para assegurarem a salvação! Grande do mundo, mimoso do século: as tuas máximas no tocante à salvação podem porventura mostrar que és prudente? Antes não clamam a berros que és um desgraçado insensato?

Papa era São Marcelo, e depois de ter padecido um penoso desterro e inconfessáveis tormentos por amor de Jesus Cristo, foi condenado a passar os dias da vida num estábulo hediondo. E houve já quem lastimasse a sua sorte? Marcelo encontra a glória do martírio naquela asquerosa prisão. Ah! Que o perder a vida por Deus é achá-la com infinita vantagem!

O único negócio importante

Quão pouca atenção merece aos mundanos que passam a vida nos deleites, este seu único, este seu verdadeiro negócio!

O rico avarento é sepultado no inferno; o mendigo, o leproso Lázaro passa do hospital à glória. Que seja um pobre, desconhecido, desprezado; se logrou salvar-se, fez a sua fortuna. A salvação tudo supre; e sem ela, a mais colossal fortuna é menos que nada.

Divino Salvador meu, foi muito o que vos custei, para que me deixeis perder. Confesso com dor profunda que tenho merecido a condenação, e que esta será talvez inevitável, se desde já não trabalho, com todas as veras em salvar-me. Mas o meu partido está tomado, Senhor. De hoje em diante, desde este momento mesmo, será a minha salvação o objeto de todos os meus desvelos, de todos os meus esforços, de todos os meus desejos. Este é o meu único negócio; não mais cuidarei de outro. Unum est necessarium. 

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