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A paternidade de São Luís Martin

Tempo de leitura: 2 min

Escrito por caritatem
em 22/07/2021

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A editora e livraria Caritatem está empenhada, de modo permanente, na formação de pais de família e dispõe de uma rica coletânea que enriquece o nobre papel dos pais em sua data comemorativa. Obras como A Paternidade de São José, Casamento e Paternidade, O Pai de Santa Terezinha, o Livro do Marido – Intimidade conjugal, O Pai Cristão e A arte de ser chefe são expressões literárias genuínas de uma vida espiritual seriamente comprometida e realizada nos deveres de estado. Na presente oportunidade, falemos sobre a obra O Pai de Santa Terezinha

Nas palavras de sua própria filha, Celina Martin (irmã Genoveva da Santa Face), o retrato moral do seu pai compunha um estranho misto de pai de família e monge contemplativo, relojoeiro e eremita, vivendo na terra e aspirando ao céu. Era um homem que rezava, que rezava sempre e em toda a parte: em casa e na igreja, no trabalho e na rua. Corajoso e generoso, senhor de si e dono de seu lar, austero e manso, reeditando a admirável suavidade de São Francisco de Sales, mortificado até o heroísmo. Extraordinário chefe de família, compreensivo e largo, sem ambições cúpidas nem preocupações de bens terrenos, a fim de que melhor pudesse educar para os anelos eternos, formador perfeito nos freios da disciplina e nas latitudes do amor, alcançando totalmente o venturoso objetivo de ofertar integralmente a sua família ao Supremo Pai.

Sua grandeza moral se evidenciou, sobretudo, na hora escura de sua enfermidade. Atingido pela ‘maior prova que possa afligir um homem’, ele suportou com espantosa resignação aqueles ‘seis anos de Purgatório, em que ele viveu morto para a terra sem estar vivo no céu’. Teresa exprimirá em sua poesia “O que eu amava”, os sentimentos de Celina para com o doente bem-amado e sua morte tão consoladora: 

“A meu Pai em sua extrema idade 

Dei o apoio de minha mocidade… 

Era meu tudo: bens, filho, felicidade. 

Ah! Eu o abraçava ternamente, frequentemente. 

Amávamos o marulhar das ondas, 

O fragor do temporal que ronda;

à tarde na solidão profunda, 

Do rouxinol, do bosque em meio 

O gorjeio. 

Certa manhã, porém buscou com ardor

No Crucifixo a imagem do Senhor… 

De sua afeição deixou-me o penhor. 

Seu último olhar então me lança: 

Minha herança!… 

E de Jesus a Mão divina

O único tesouro de Celina 

Arrebatou, bem longe da colina, 

Colocando-o junto de Deus 

Nos Céus!”

E quando ele se foi para o Grande Repouso, e floresceram em virtude e santidade as suas filhas, parece que em torno de sua memória vieram cantar as expressões sagradas da eterna sabedoria:

“Louvemos os varões gloriosos, os pais de quem tivemos origem. Por sua onipotência, o Senhor neles operou maravilhas desde o início. Príncipes nos seus reinos, homens ilustres pela virtude, ricos de prudência, exercendo a dignidade dos que revelam os desígnios de Deus.” 

Conheçamos a paternidade de São Luís Martin a fim de vermos, na celebração civil ao dia dos pais, os nítidos reflexos da Paternidade celestial. 

In corde Iesu, 

Editorial Caritatem

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