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EU QUERO O MEU

A paz do homem virtuoso

Tempo de leitura: 4 min

É comum que vejamos com maus olhos aqueles homens e mulheres desvirtuados. Mesmo os mundanos desgostam de sua presença; no entanto, esses mesmos mundanos não se corrigem, não buscam a própria virtude.

A experiência nos mostra, contudo, que buscar tal virtude é muito mais fácil do que se crê. Auxiliados pelo Divino Espírito Santo, muito tranquilamente conseguimos progredir na busca pela santidade; sem dúvidas, este caminho é infinitamente melhor que o da perdição eterna e do desprezo generalizado.

Leitura

O Evangelho de hoje está no livro de São Mateus, capítulo 19, versículos de 27 a 30:

“Pedro então, tomando a palavra, disse-lhe: “Eis que deixamos tudo para te seguir. Que haverá então para nós?” Respondeu Jesus: “Em verdade vos declaro: no dia da renovação do mundo, quando o Filho do Homem estiver sentado no trono da glória, vós, que me haveis seguido, estareis sentados em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel. E todo aquele que por minha causa deixar irmãos, irmãs, pai, mãe, mulher, filhos, terras ou casa receberá o cêntuplo e possuirá a vida eterna”. “Muitos dos primeiros serão os últimos e muitos dos últimos serão os primeiros.”

Reflexão

QUE A VIRTUDE É FÁCIL EM TODA SORTE DE ESTADOS OU DE CONDIÇÕES

PRIMEIRO PONTO — Considera como não há coisa alguma, parte alguma da virtude que nos leve a crer que não é possível adquirir a perfeição própria de seu estado. A virtude, em qualquer estado e de qualquer modo que se olhe, parece ser amável; e ela de fato é.

O seu caráter é seu elogio. A mansidão é sua companheira inseparável; a ingenuidade, ou boa fé, a modéstia, a caridade, a justiça e tudo o que na vida cristã e civil estabelece o verdadeiro mérito, e merece a estime e o respeito, tudo isso entra em seu verdadeiro retrato e constitui seu caráter.

Se falte um só traço destes à virtude, já não é e nem pode chamar-se virtude. Pois que dificuldade há em ser-se homem de boa fé, homem simples e sincero? Que dificuldade encontra-se em ser afável, benigno, cortês e caritativo? Que dificuldade em cumprir os deveres do próprio estado? Pensemos na pena e desonra que leva consigo a todas as partes aquele que é pouco cristão, que não é homem de bem. Que coisa mais desprezível, que coisa mais desprezada, do que um libertino, um dissoluto, um homem sem religião? Assim será, dizem, mas a virtude está uma alta montanha… mas sobe-se a ela muito facilmente, e a graça aplana todos os caminhos. Custa algum trabalho chegar lá em cima, é verdade; mas o caminho não é grande, e muitos já subiram e chegaram mais alto.

Que atmosfera tão calma, que paz, que serenidade a que se experimenta no tomo desta montanha. Que superabundante recompensados ficamos do trabalho que tivemos e dos gastos feitos para chegar lá!

Eu vos deixo a paz…

SEGUNDO PONTO — Considera que, para chegarmos a ser santos e perfeitos no estado em que Deus nos pôs, não é preciso mais do que cumprir com as obrigações de cristão pontual e fervorosamente. Porventura será grande trabalho o cumprir cada um com sua obrigação e ser homem de bem?

Que mágoas, que inquietações, que remorsos não padecem os que não são homens de bem e nem cumprem com suas obrigações! Mas a lástima é que a desacreditem sem proveito. Aos remorsos seguem sempre os desgostos que se procuraram voluntariamente. Pelo contrário, que prazer, que satisfação a de cumprir com as obrigações de seu estado; por pouco que nos tenha ficado de honradez, de religião e de são juízo!

A quem poderá desagradar a doçura e a paz de uma boa consciência? A virtude doma as paixões, que são os tiranos do coração; e que vantagens não se seguem desta vitória, ao passo que os que são escravos delas gemem debaixo de suas cadeias? Por mais que se dissimule, por mais que se finja, por mais que se afete uma alegria sempre superficial, a qual não mitiga uma só mágoa, nem cura uma só ferida, essas inquietações, esses temores, esse mau humor que acompanha sempre os imperfeitos, fazem sem o pensar o mais acabo elogio da virtude das pessoas de bem.

E, ainda que não queira, publicam os tormentos secretos que despedaçam os libertinos: ao passo que as pessoas que cumprem com as obrigações de cristãos vivem numa paz inalterável, de satisfação interior que nada pode lhes tirar, de um bom humor que tudo alegra, e fazem que invejem sua felicidade aqueles mesmos que não seguem seu exemplo.

Sim, por certo, mais custa ser mau do que ser santo. Por mais que o mundo e os imperfeitos gritem e clamem contra uma verdade que se lhes ponham diante dos olhos um paradoxo, a experiência confunde as falsas preocupações dos mundanos.

Fazei, Senhor, por Vossa graça, que eu experimente isto em mim mesmo; já estou firmemente resolvido a nada praticar que não contribua para que eu aspire à perfeição do meu estado.

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