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as heroinas do dever

As Heroínas do Dever

As Heroínas do Dever serão o impulso que faltava até agora para a guerra que está sendo travada quotidianamente no coração e pensamento da mulher moderna.

Essa obra recebe um louvor ao chegar nas mãos de mulheres brasileiras, talvez por essas terem a força que o autor creditava para, conforme diz, revolucionar o mundo para a causa de Deus.

Assim, utilizarão as energias das senhoras brasileiras para honrar a Igreja, a família e todo o Brasil.

‘’Cabe aos homens construírem a grandeza de um povo, mas é pelas mulheres que um povo ascende ou desce.’’

A necessidade de haver heroínas do dever

Na história da humanidade, porém, tudo converge para explicitar como a mulher e o curso de suas decisões definem toda uma sociedade e seu povo.

O autor nos mostra que o dever é tudo quanto a consciência nos alerta, é a obrigação moral que nos liga a Deus e a sociedade que depende desta engrenagem sendo dirigida e reta.

O dever é a razão que nos move, por isso é uma necessidade filosófica, moral, social e religiosa.

A análise feita sobre o dever e suas exigências mostra, portanto, os elementos constituintes dessa obrigação: Deus, a liberdade e a imortalidade da alma.

Deus, a liberdade e a imortalidade da alma

Deus é o fundador do dever! É a razão viva, substancial e infinita!

A liberdade está ligada ao desejo de querer obedecer a Deus, assim, uma heroína quer e isso a faz livre em relação às outras.

Portanto, a imortalidade religa o sentido do dever que não é feito somente por esta terra, mas para propender a alma ao máximo, que é Deus.

Pois, para aceitar as penas do dever e ser fiel a ele é preciso esperança em uma vida futura.

O convite às heroínas do dever

A convocação – irrecusável – que este livro faz de ser uma Heroína do Dever é um convite para a formação de um caráter ímpar e que não se encontra com facilidade nos dias atuais.

Por isso, desejou-se tanto que as mulheres brasileiras conhecessem essa obra.

O dever das leitoras

Diante da degradação de nossa sociedade, precisamos levantar mulheres fortes, heroínas de si e dispostas a revolucionar o mundo pela causa de Deus, começando em seus lares e em suas famílias.

Impedir que as armadilhas do mundo moderno alcancem as pequenas almas que as foram confiadas é defender o dever que lhes foi dado.

Entre o virar de cada página há um convite para ascender moralmente e crescer em virtudes.

Instaurar uma sociedade inclinada ao bem, conformada e sujeita aos desígnios de Deus e seus deveres de estado.

Aceitar o convite é o primeiro passo para defender o título de heroína que lhe foi confiado.

Leia também: A Mulher Forte

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