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Da felicidade de uma família virtuosa

Tempo de leitura: 2 min

Era um espetáculo verdadeiramente digno dos olhares do Céu o da Sagrada Família em Nazaré no tempo em que Jesus também lá estava, com Maria e José.

Que paz, que tranquilidade e que união deveria haver em um lar, todo ele de virtudes e do qual as desordens das paixões haviam sido banidas(!).

Enquanto Jesus crescia em idade e sabedoria aos olhos de Deus e dos homens, Maria tinha seus olhares continuamente fixos sobre Ele, para imitar o divino modelo; José também não estava menos atento em aproveitar dos exemplos da Mãe e do Filho.

Aí, tudo se dirigia para Deus, tudo se fazia para Deus e por Deus. Somente a presença de Jesus embalava os corações, dava-lhes alegria, e, também, seus divinos ensinamentos os enchiam de entusiasmo.

A submissão e a obediência de Jesus, arrebatando Maria e José, servia-lhes também de uma santa humilhação.

Deus de santidade(!). Vós éreis adorado em espírito e verdade. Quanto não Vos deveriam ser agradáveis as homenagens que aí recebíeis(!).

Ninguém pode representar a imagem daquela privilegiada família sem invejar-lhe a felicidade. Quanto não seria para se desejar que todas as famílias cristas aprendessem em tão excelsa escola(!).

Se nas famílias reinasse o amor de Deus como reinava sob o humilde teto que agasalhava Jesus, Maria e José, nelas ver-se-iam a ordem, a paz e a concórdia.

O esposo e a esposa experimentariam as suaves doçuras da união conjugal; os filhos seriam educados no temor de Deus, os criados só receberiam exemplos de virtudes.

Os funestos efeitos que costumam dar origem a ciúmes e dissensões estariam todos dominados e não se veriam os escândalos tão comuns nos nossos dias.

Longe de se fazer servir a prosperidade a um luxo orgulhoso, seriam os pobres que usufruiriam da sua doce influência e a santificariam com a gratidão e com a moderação cristã.

Uma sábia economia seria posta em prática sem se deixar levar pela sórdida mesquinhez da avareza, que seria evitada, bem como o fausto criminoso do luxo; a adversidade não suscitaria lamentos nem mur murações contra a Providência; Deus seria bendito tanto na indigência como na abundância e nas grandezas.

Aquele que lhe é o chefe exerceria a sua autoridade sem ameaças e sem orgulho. A mulher cuidaria solícita, secundando os sentimentos do marido, e uma e outro seria a consolação de ver crescer, aos seus olhos, filhos obedientes e dóceis que, a seu tempo, seriam também virtuosos.

Que bem não resultaria então para toda a sociedade dos fiéis(!). Que amável simplicidade dos costumes(!). Que candor, que inocência(!). Que união e caridade(!). Que edificação e que maravilhosos frutos de santidade(!).

Em que tranquilidade não passariam os seus dias(!). E, quando fosse necessário pagar-se à morte o extremo tributo, faríamos tanto mais contentes o sacrifício da nossa vida, quanto mais pudéssemos dar a consoladora prova de termos vivido na justiça e no amor do nosso Deus.

Trecho retirado da obra Imitação da Santíssima Virgem.

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