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Origem e história da devoção da Hora Santa

A Hora Santa é uma bela e importante devoção, um mui seguro meio de reparação ao Sagrado Coração de Jesus. Neste artigo, a Livraria Caritatem lhe apresentará a origem desta devoção, bem como a sua história sua história. Uma pérola da Tradição Católica, vale muito a pena conferir abaixo!

A origem da Hora Santa

A Hora Santa procede diretamente das revelações de Paray-le-Monial; brota, por isso, do Coração mesmo de Nosso Senhor.

Santa Margarida Maria Alacoque, a famosa vidente do Sagrado Coração de Jesus, rezava em certa ocasião diante do Santíssimo Sacramento exposto. Nosso Senhor apareceu-lhe resplandecente de glória: descobriu-lhe o seu Coração e queixou-se amargamente da ingratidão dos pecadores.

“Ao menos – acrescentou – dá-me tu o consolo de satisfazeres, tanto quanto puderes, pela ingratidão deles”.

Ele mesmo indicou à sua fiel serva os meios para isso: Comunhão frequente, comunhão na primeira sexta-feira do mês e, por fim, a Hora Santa.

“Todas as noites de quinta para sexta-feira – disse-lhe – te farei sentir a tristeza mortal que eu quis sofrer no Jardim das Oliveiras; essa tristeza te fará, sem que o possas compreender, experimentar uma agonia mais difícil de suportar que a própria morte. E para te unires a mim, na humilde súplica que então apresentei a meu Pai em meio de todas as minhas angústias, te levantarás desde as onze horas até à meia-noite, para te prostrares, durante uma hora, comigo, com o rosto no chão, tanto para abrandar a cólera divina, pedindo misericórdia para os pecadores, como para suavizar de algum modo a amargura que senti no abandono dos meus apóstolos, que me constrangeu a censurá-los não terem podido velar uma hora comigo. E durante esta hora farás o que te vou ensinar”.

Em outro lugar, diz a Santa: “Ele disse-me, naquele tempo, que todas as noites de quinta para sexta-feira eu deveria levantar-me à hora que me tinha indicado para rezar cinco Pai-Nossos e cinco Ave-Marias, prostrada em terra, e fazer cinco atos de adoração, que Ele me ensinara, para lhe prestar homenagem na extrema angústia que sofreu na noite da sua Paixão”.

História da Hora Santa

A) A Santa foi sempre fiel a esta prática. “Não sei – escreveu Madre Greyfié, que foi uma das suas Superioras – se Vossa Caridade soube que ela costumava, ainda antes de viver comigo, fazer na noite de quinta para sexta-feira, uma hora de adoração desde o fim de Matinas, até às onze, ficando prostrada com o rosto em terra e os braços em cruz. 

Fiz-lhe mudar de posição só quando as suas enfermidades eram mais graves, e que antes estivesse de joelhos com as mãos juntas e os braços cruzados no peito”.

Não havia cansaço ou padecimento que a impedissem. Só a obediência à Superiora lhe faria omitir esta piedosa prática, porque Nosso Senhor lhe dissera: “Nada faças sem a aprovação daqueles que te guiam, para que, obtida a autorização da obediência, Satanás não possa enganar-te, pois nada pode contra os obedientes”.

“Quis até proibi-la totalmente – escreve a Madre Greyfié. Obedeceu à ordem que lhe impus; mas amiúde, durante esse período de interrupção, vinha timidamente ter comigo para me dizer que lhe parecia ser esta medida excessivamente forte e ingrata a Nosso Senhor, e receava não viesse Ele depois a descontar de um modo áspero e sensível.

Todavia, não cedi; mas vendo morrer, quase repentinamente, com um fluxo de sangue, moléstia até então desconhecida no mosteiro, e outras circunstâncias que acompanharam a perda de tão boa religiosa, restitui imediatamente a hora de adoração à nossa preciosa defunta, perseguindo-me o pensamento de ser esse o castigo com que ela me ameaçara da parte de Nosso Senhor”.

A insistência de Santa Margarida

Margarida continuou, portanto, a Hora Santa. “Esta querida irmã – dizem os contemporâneos – continuou sempre a velar a hora da adoração da noite de quinta para sexta-feira, até a eleição da nossa veneranda Madre”, isto é, Madre Levy de Chateaumorand, que a proibiu novamente, e sob a qual não viveu mais de quatro meses.

B) – Depois da Santa – Certamente o seu exemplo assíduo e o fervor do seu zelo ganharam muitas almas para esta piedosa vigília com o Sagrado Coração. Nos numerosos institutos religiosos que se dedicaram ao culto do divino Coração, este exercício foi estimado em grande veneração. Em 1829, o R. P. Debrosse, S. J., fundou, em Paray-le-Monial, a Confraria da Hora Santa, que Pio VIII aprovou.

O mesmo Pontífice concedeu, em 22 de dezembro de 1829, aos membros desta Confraria, uma indulgência plenária todas as vezes que fizessem a Hora Santa. Em 1834, S. S. Gregório XVI estendeu esta indulgência aos fiéis do mundo inteiro, sob a condição de se inscreverem nos livros da Confraria, em 6 de abril de 1866, por intervenção do grande pontífice Leão XIII.

Desde então os Soberanos Pontífices não cessaram de animar a prática da Hora Santa, e, a 27 de março de 1911, S. S. Pio X concedeu à Arquiconfraria de Paray-le-Monial o grande privilégio de filiar as confrarias do mesmo nome, de modo que estas gozassem das mesmas indulgências.

Conclusão

E então, acaso não é essa prática imensamente piedosa? Para saber mais, conheça a obra Hora Santa, escrita por um dos maiores apóstolos do Sagrado Coração de Jesus e editada com todo o esmero pela Livraria Caritatem.. 

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