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Jesus Cristo veio para nós!

Tempo de leitura: 3 min

Jesus Cristo veio ao mundo para nos levar a Ele; e nós, porém, continuamos fugindo do Salvador. Que grande lástima, portanto, para nós!

Cristo veio, de fato, para salvar o Seu povo. Ele veio com humildade, como um simples Cordeiro do Senhor, e se ofereceu em oblação por nós. E existe tristeza maior do que negá-Lo, Ele que tão amorosamente nos convida a Lhe amar?

Leitura

A leitura de hoje está no capítulo 2 da Epístola de São Paulo a Tito, versículos de 11 a 15:

Caríssimo: Manifestou-se, com efeito, a graça de Deus, fonte de salvação para todos os homens. Veio para nos ensinar a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver neste mundo com toda sobriedade, justiça e piedade, na expectativa da nossa esperança feliz, a aparição gloriosa de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo, que se entregou por nós, a fim de nos resgatar de toda a iniqui­dade, nos purificar e nos constituir seu povo de predileção, zeloso na prática do bem. Eis o que deves ensinar, pregar e defender com toda a autoridade. E que ninguém te menospreze!

Reflexão

A graça do Salvador manifestou-se a todos os homens. Que grande consolação não é o saber pela própria boca do Apóstolo que nenhum dos homens foi excetuado dessa graça! Apareceu para instrução nossa.

Na verdade, toda a vida de Jesus Cristo, falando propriamente, não foi mais do que uma lição contínua. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às relaxações do século: ela nos ensina a viver com temperança, segundo a justiça, e com piedade. Estas três virtudes compreendem em si muitas outras.

Cumprimos com o que devemos a Deus, por meio de uma piedade humilde e sincera; com o que devemos ao próximo, seguindo as leis da justiça; com o que devemos a nós mesmos, moderando o nosso amor-próprio e domando as paixões que nos assoberbam. São esses os princípios sobre que se forma o verdadeiro cristão.

A entrega a Cristo

Renunciando às desordens do século, às máximas e ao espírito do mundo, eis como se forma o verdadeiro cristão; não há outro meio. É essa a primeira obrigação que contraímos no batismo; será porventura aquela que desempenhamos com maior exatidão?

Essas pessoas mundanas, essas vítimas da profanação, do interesse, da ambição, renunciaram às vaidades do século? Vivem porventura segundo as leis da temperança, da justiça, da piedade? Podem dizer que esperam a bem-aventurança eterna, que esta é o fim da sua esperança?

E em quem fundaram essa esperança? Será em Jesus Cristo como Salvador, ou como Juiz? Será em Jesus Cristo como Salvador, quando não querem seguir as suas leis, quando desonram a sua religião, quando menosprezam as suas máximas? Ou ainda em Jesus Cristo como Juiz? Mas consultemo-nos, examinemos bem se somos parte daquele povo puro e perfeito, que é o objeto do suas complacências; daquele povo a quem o Salvador olha como a melhor obra das suas divinas mãos, e que deve ser a sua glória, a sua coroa, a sua alegria. Porventura honramos a Jesus Cristo com uns costumes tão pouco cristãos? Pregai essas coisas. E certamente que não seria mister mais nada para nos convertermos, se nós mesmos não interpuséssemos tantos estorvos à nossa conversão. Oh, que matéria tão abundante de reflexões! Queira Deus que o não seja também de penetrantes remorsos!

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