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Ladainhas Maiores

Tempo de leitura: 2 min

Escrito por caritatem
em 25/04/2021

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A Igreja romana conta ainda hoje quatro dias de Rogações: as grandes Ladainhas, a 25 de abril (procissão de São Marcos) e as pequenas Ladainhas, nos três dias que precedem a Ascensão (as Rogações). São dias que a Igreja consagra à prece constante, a fim de implorar a misericórdia de Deus em todas as necessidades temporais e espirituais e particularmente para obter a bênção sobre os frutos da terra.

As Ladainhas são um tipo admirável de oração que faz vir em nosso auxílio todos os coros dos Anjos e todas as falanges dos Santos. A Igreja triunfante interessa-se em vir em auxílio da militante para obter a remissão dos pecados, para afastar os castigos divinos e toda a calamidade e para obter bênçãos celestes sobre cada um dos fiéis, sobre as famílias, as casas e os produtos dos campos.

Na antiga Igreja esses dias de orações eram muitas vezes prescritos. Ora eram regulares e se celebravam anualmente, ora eram extraordinários e prescritos em necessidades particulares como por exemplo para afastar a peste. As Ladainhas maiores datam da época que precedeu a S. Gregório I (cerca de 600). Este Papa fixou sua data em 25 de abril, dia em que, segundo a tradição, S. Pedro chegara pela primeira vez a Roma. Ele instituiu a igreja de S. Pedro como a igreja da estação.

A cerimônia consiste na procissão das Ladainhas e o ofício da estação que se segue. Na procissão temos um último vestígio das procissões de estação de que os Cristãos de outrora gostavam tanto e que faziam quase cotidianamente durante a Quaresma e a semana de Páscoa. Eles se reuniram em uma igreja chamada igreja da reunião (ecclesia collecta) de onde vem o nome da oração chamada Coleta. Dali se dirigiam em procissão com o Bispo e o clero a uma outra igreja; no caminho os fiéis recitavam as ladainhas dos Santos com o Kyrie eleison. A segunda igreja se chamava: igreja da estação (statio). Celebrava-se nela a Santa Missa.

Os quatro dias das Ladainhas nos conservaram esse uso venerando que nos é tão caro. Realmente não devemos somente orar com perseverança mas orar em comum. A essa oração perseverante e em comum, Cristo prometeu a força e o sucesso. Na procissão cantam-se as antigas Ladainhas dos Santos nas quais imploramos para todas as nossas necessidades a intercessão de toda a Igreja triunfante. As Orações finais das Ladainhas são belíssimas e muito edificantes. (Dom Pius Parsch, Testemunhas do Cristo, 1951)

Procure o cristão não descurar a bela prática das Rogações, cônscio de que para nada servem suas fadigas se não são abençoadas por Deus; acorra, pois, a elas com espírito de fé e com recolhimento. A oração feita em comum tem uma eficácia especial e um valor maior junto de Deus.

Aproveitando esse momento, disponibilizamos a “Ladainha de Todos os Santos“, venha rezá-la conosco.

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