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A importância de largar tudo pelo Cristo

Tudo o que existe foi criado por Deus e tudo o que temos deve ser posto para uso d’Ele. É verdadeira escravidão o deixar-se cegar pelas posses e pelo bens, esquecendo-se de Deus e transformando o teu dinheiro no teu ídolo. Por isso, a Livraria Caritatem traz hoje a leitura da Epístola para o dia 13 de Outubro conforme descrita pelo padre Jean Croiset na obra Ano Cristão! Leia mais abaixo:

Leitura

A leitura de hoje está no capítulo 3 da carta de São Paulo as Filipenses, versículos de 7 a 12:

“Irmãos: Mas tudo isso, que para mim eram vantagens, considerei perda por Cristo. Na verdade, julgo como perda todas as coisas, em comparação com este bem supremo: o conhecimento de Jesus Cristo, meu Senhor. Por ele tudo desprezei e tenho em conta de esterco, a fim de ganhar Cristo e estar com ele. Não com minha justiça, que vem da Lei, mas com a justiça que se obtém pela fé em Cristo, a justiça que vem de Deus pela fé. Anseio pelo conhecimento de Cristo e do poder de sua Ressurreição, pela participação em seus sofrimentos, tornando-me semelhante a ele na morte, com a esperança de conseguir a ressurreição dentre os mortos. Não pretendo dizer que já alcancei (esta meta) e que cheguei à perfeição. Não. Mas eu me empenho em conquistá-la, uma vez que também eu fui conquistado por Jesus Cristo.”

NOTA — Esta epístola aos filipenses é de um estilo mais fluente e mais fácil, escrita com um espírito mais aberto e mais contente do que as outras deste apóstolo, posto que à épica estava preso. Nela, deixa ver toda a bondade do seu coração com uma inteira efusão.

Não põe nela nem censuras e nem reprimendas. Isto é indício, segundo São João Crisóstomo, de que os filipenses eram de virtude provada.

Reflexão

“Eu olho tudo como esterco para lucrar a Jesus Cristo.” Um bom espírito, um homem de bom senso, esclarecido das luzes da fé, cheio de religião, cujo coração não está corrompido, cujos costumes são puros, não pode falar de outra maneira. A simples razão autoriza este raciocínio.

Bens, honras, prazeres do mundo, que mérito, que preço é o disso tudo, se comparados com a felicidade eterna, com a origem infinita de todos os bens que é o próprio Deus? Que conveniência, que proporção pode haver entre tudo o que o mundo pode prometer e o próprio Cristo, o princípio, o autor e dispensador de todos os bens? Meu Deus! Pois o espírito deixará se fascinar eternamente por grandes palavras que não significam nada além de bens aparentes e imaginários? E estes já estiveram por acaso no mundo, ao menos alguma vez, sendo reais e verdadeiros?

Do pó vieste…

Poderá por acaso tê-los de modo que encham, que saciem, que tornem o homem verdadeiramente feliz? Riquezas abundantes, empregos honoríficos, honras espalhafatosas, títulos pomposos, nascimento ilustre, prazeres sedutores, fortuna brilhante: o que é isso tudo aos olhos de Deus? Que parecereis mesmo aos felizes do mundo quando moribundo? Nuvens espetaculosas, mas sem água, levadas pela mais leve brisa; fumo atrás do qual se corre, se amofina, e que se dissipa à medida que se eleva.

Tudo o que irrita o orgulho e o desejo, tudo o que lisonjeia os sentidos e o amor próprio, faz o homem feliz? Vaidade das vaidades, exclama o homem mais rico, poderoso e feliz na acepção do mundo, logo após ter feito de tudo longa e vagarosamente.

E, no entanto, esta opinião de felicidade que nos lisonjeamos de encontrar na posse das honras e dos bens da terra, é com efeito uma opinião de que não pode, digamos melhor, de que não quer ninguém desfazer.

…Ao pó tornarás

Todos os bens, todas as honras, todos os prazeres do mundo não têm valor nem mérito, senão pelo sacrifício que deles se faz.

Sua posse é uma fonte inexaurível de cuidados fatigantes, de mágoas molestas, de arrependimentos e de inquietações.

Só sacrificando-os a Deus é que nos servem de algo. Que tenhamos sido senhores absolutos deles ou, para melhor dizer, seus escravos, toda a vida, todos os cuidados que nos tiverem absorvido, todas as mágoas que nos tiverem causado, são pura perda. O monarca mais poderoso nasce pobre e privado de tudo em sua pessoa; e muito embora tenha sido senhor do universo, ou tenha reinado por muitos anos, ele sempre morrerá tão pobre quanto o último de seus vassalos. Oh! Como é verdade que não há sábios na verdadeira acepção da palavra senão os santos, e que a verdadeira sabedoria consiste em olhar a tudo como se fosse o que há de mais desprezível e abjeto no mundo, para ganhar a Jesus Cristo, única origem de toda a felicidade e de todo o bem.

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Este é mais um dos exemplares escritos que mostram o porquê do Padre Jean Croiset ter sido um importantíssimo escritor asceta de seu tempo. Seu total desprendimento deste mundo se faz perfeitamente presente através de sua obra, e o doce arrastar com o qual ele nos instrui à virtude forma um chamado irrecusável para a santidade.

Por ler mais belíssimos textos como esse, acesse o site da campanha e garanta já a sua edição do Ano Cristão! Nesta primeira parte de nossa campanha, você receberá os três primeiros tomos. Referentes aos meses de Janeiro, Fevereiro e Março, eles serão de indispensável auxílio para a formação da alma e para a educação espiritual de todo seguidor de Cristo!

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