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Maria, Admiração dos Céus e Terra

Tempo de leitura: 15 min

Carol leitor, o trecho que se segue abaixo foi extraído do livro As Grandezas de Maria, uma edição inédita no Brasil da obra de São Bernardo de Claraval. 

Você encontrará neste artigo uma breve apresentação sobre esse grande Doutor da Igreja, o prólogo da obra em questão, o seu primeiro capítulo e o índice da obra.

Boa leitura!

Quem foi São Bernardo de Claraval?

São Bernardo nasceu perto de Dijon em 1090 e morreu em Claraval em 20 de agosto de 1153. Ele tinha alma de reformador e ajudou Santo Estêvão Harding em seus empreendimentos, fundando a ordem cisterciense que se espalhou pela Europa.

Na época de sua morte, ele havia fundado 160 mosteiros.

Foi pai espiritual de muitos monges e dedicou seu zelo a toda a cristandade, lutando contra o cisma de Anacleto e as heresias de Abelardo, Gilberto Porretano e dos cátaros. Ele aconselhou o Papa e pregou apaixonadamente a Segunda Cruzada. Ele convenceu Luís VII, Rei da França, e Conrado III, Rei da Alemanha, a se juntar à Cruzada.

O corpo de São Bernardo foi sepultado na capela do convento Claraval. Ele foi canonizado pelo Papa Alexandre III em 1174 e declarado Doutor da Igreja pelo Papa Pio VIII em 1830.

Prólogo da obra

Há muito tempo, caro leitor, que a devoção à Virgem me impelia a pegar na caneta para escrever a sua grandeza, enquanto, com grande pena minha, muitas ocupações até agora me impediram. Mas agora que, por causa das minhas enfermidades, não posso continuar os exercícios comunitários com meus irmãos, quero aproveitar esse pouco tempo, e mesmo que, também, esteja tirando um pouco de meu sono, dedicar-me-ei ao trabalho de tentar escrever a grandeza incomparável de Maria, sobre a leitura do Evangelho de São Lucas, em que se narra a história da Anunciação de Maria e da Encarnação do Senhor.

Primeiro Capítulo: Maria, admiração de céus e terra

Foi enviado, pois, por Deus, o anjo Gabriel a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma virem desposada com um varão que se chamava José, da casa de Davi e o nome da Virgem era Maria.

Que objetivo teria o evangelista ao expressar neste lugar com tanta precisão os nomes mais próprios a tantas coisas? Creio que ele pretendia com isto que não ouvíssemos com negligência aquilo que procurava referir com tanta exatidão.

Nomeia-se o núncio que é enviado, o Senhor que o envia, a virgem a quem é enviado, ao esposo da virgem; e assinala com seus próprios nomes a linhagem de ambos, a cidade e a região. Por que tudo isso? Pensas que alguma destas coisas está posta aqui superfluamente? Ah! Não. De maneira alguma: porque se não cai uma folha da árvore sem uma causa, nem cai na terra um pássaro sem a vontade do Pai celestial, poderia eu crer que uma palavra supérflua sairia da boca do Santo Evangelista, especialmente na história sagrada que é a Palavra de Deus? Não penso assim: todas elas estão cheias de maravilhosos mistérios, e cada uma transborda de doçura celestial. Mas isso acontece se tiverem quem as considere diligentemente e saiba sorver mel da pedra e azeite de um duríssimo penhasco, como diz a Escritura.

Se, de fato, naquele dia destilaram doçura as montanhas e manaram leite e mel as colinas; quando enviando do alto dos céus seu orvalho e fazendo as nuvens como uma chuva, descer o Justo, a terra se abriu alegre, e brotou dela o Salvador; quando, derramando o Senhor sua benção, e dando nossa terra o seu fruto, sobre aquele monte que se eleva sobre todos os montes, monte fértil e pleno, uniram-se a misericórdia e a verdade, e se beijaram a justiça e a paz; naquele tempo em que este não pequeno monte entre os demais montes, este bem-aventurado Evangelista escreveu com estilo dulcíssimo o princípio de nossa Salvação, tão desejado por nós, que soprando o vento e raiando o sol de justiça, dele irradiaram aromas espirituais. E oxalá que agora Deus envie sua palavra; e os dirija: oxalá que sopre seu espírito e se façam inteligíveis para nós as palavras evangélicas, e se façam em nossos corações mais estimáveis que o outo e as pedras mais preciosas, façam-se mais doces que o mel.

***

Disse, então: O anjo Gabriel foi enviado por Deus. Não creio que este anjo seja um dos menores na milícia celestial, pois aqueles que costumam ser enviados por qualquer motivo com embaixadas para a terra geralmente não o são. E isso também é claramente compreendido em seu próprio nome, que significa Força de Deus, e porque no texto sagrado não é dito que ele foi enviado como é costume entre os Anjos, por algum outro espírito mais excelente do que ele, senão que pelo próprio Deus.

Está expresso no Evangelho que foi enviado por Deus, e talvez se diga por Deus para que não se pense que Deus revelou seus desígnios sobre a encarnação a algum de seus espíritos abençoados e não à Virgem, excetuando-se apenas o arcanjo São Gabriel, que sem dúvida era tão excelente entre os Seus que era considerado digno de tal nome e, também, de tal embaixada.

Nem deixa de haver, ao mesmo tempo, grande proporção entre o ofício de núncio e o nome do anjo. Porque a Cristo, que é a virtude de Deus, quem melhor poderia anunciar-lhe do que este espírito, a quem ilustra um nome semelhante? O que mais é senão virtude e fortaleza? Nem parece igualmente impróprio ou inadequado que o Senhor e o núncio sejam nomeados da mesma maneira, visto que a razão de se chamarem com nome semelhante não é a mesma em ambos. De certa forma, Cristo é chamado de fortaleza ou virtude de Deus, e de outra forma muito diferente o anjo; o anjo apenas pelo nome, mas Cristo também substancialmente. Cristo é chamado e é virtude de Deus, vindo com mais força contra aquela força armada, que costumava manter o pátio da casa em paz, e que a derrotou com o próprio braço, e dela tirou com coragem todos os tesouros que uma vez fez cativas. O anjo São Gabriel no entanto, é chamado fortaleza de Deus, ou por ter merecido o privilégio de estar encargado de anunciar a vinda da virtude mesma, ou porque devia confortar a uma Virgem naturalmente tímida, simples, envergonhada, para que não a surpreendesse o pavor, ou a novidade de tão grande milagre: isto ele fez dizendo: Não temas Maria porque encontraste a graça diante de Deus.

E talvez não seja insensato acreditar que foi este mesmo anjo quem confortou e libertou de suas dúvidas o Esposo da Virgem, homem humilde e temente a Deus, embora não o diga claramente o Evangelista. José, disse ele, filho de Davi, não tenha medo de receber Maria como sua companheira.

Prontamente, então, São Gabriel foi escolhido para este ato, ou melhor, por ter sido encarregado de tão grande ação é que se distingue justamente com tão excelente nome.

***

Foi enviado por Deus, então, o anjo Gabriel. Para onde? Para uma cidade da Galileia chamada Nazaré. Vejamos se, como diz Natanael, pode sair de Nazaré algo que seja bom… Para mim as ​​revelações feitas aos Patriarcas e a Abraão, Jacob Isaac e Jacó representam como uma semente do conhecimento de Deus enviada do céu à terra, a semente da qual está escrito: Se o Senhor dos Exércitos não nos tivesse deixado a semente, seríamos como uma Sodoma, seríamos semelhantes a Gomorra.

Esta semente floresceu nas maravilhas que foram mostradas à saída do povo de Israel do Egito, nas figuras e enigmas misteriosos ao longo de todo o caminho do deserto para a terra prometida, nas visões e predições dos Profetas, na ordenação do Reino e do Sacerdócio até Cristo. E não sem razão se entende que Cristo é o fruto desta semente e, também, destas flores: Davi disse: Deus derramará a sua bênção e a nossa terra dará os seus frutos e em outro lugar: colocarei a tua descendência em seu trono.

Em Nazaré se anuncia que Cristo há de nascer, pois na flor se expressa o fruto por vir; mas, quando o fruto sai, a flor cai porque quando a verdade aparece na carne, a figura passou. Por isso também de Nazaré se disse a cidade da Galileia, isto é, da transmigração, porque, nascendo Cristo, todas aquelas coisas que contavam anteriormente passaram, como diz o Apóstolo: aconteceram como figura. Também nós, que já temos os frutos, deixamos para trás aquelas flores que, mesmo quando estavam em sua plena beleza, previa-se que passariam. Por isso mesmo, disse Davi: dura um dia como a erva, floresce de manhã e logo passa; à tarde, inclina a cabeça, é cortada e seca. À tarde, quando chegou a plenitude dos tempos em que Deus enviou o seu unigênito nascido de mulher, sob a lei, dizendo Ele mesmo: Eis que faço novas todas as coisas, as coisas velhas passaram e desapareceram assim como, ao irromper o fruto, as flores caem e secam. Sobre isso também está escrito: A erva seca e a flor cai, mas a palavra de Deus permanece para sempre. Sim, a palavra é o fruto, porque a Palavra é Cristo. O bom fruto é Cristo, que permanece para sempre.

* * *

Mas onde está o feno que secou? Onde a flor que caiu? O Profeta responde: toda carne é feno e toda a sua glória é como a flor do feno. Logo se toda carne é feno, aquele povo carnal dos judeus secou, também, como o feno.

Assim foi. Não secou como feno, porventura, quando as mesmas pessoas, esvaziadas de todo o jugo do espírito, tenazmente aderiram à letra seca? A flor também não caiu quando aquela glória que devotavam à Lei desapareceu para sempre? Se a flor não caiu, onde está o Reino, onde está o Sacerdócio, o dom dos Profetas, onde está o Templo, onde estão as grandes coisas de que costumavam se gabar e dizer? Quantas coisas temos ouvido e sabido e nossos pais nos contaram! E também: Quantas coisas enviou aos nossos pais para fazer conhecerem os filhos!

Para Nazaré, então, a cidade da Galileia, o anjo Gabriel foi enviado por Deus. E a quem? Para uma Virgem casada com um homem chamado José. Mas que Virgem é esta tão respeitável que um anjo a cumprimenta, tão humilde que está noiva de um artesão? Bela mistura de virgindade e humildade; não deve ser desagradável para Deus aquela alma em quem a humildade exalta a virgindade e a virgindade adorna a humildade. Quanta veneração parece que ela será digna, cuja humildade engrandece a fertilidade e cujo nascimento consagra a virgindade?

Ouvi falar de uma virgem, ouvi falar de uma humilde; se não podes imitar a virgindade da humilde, imitai a humildade da Virgem. Virtude louvável é a virgindade, mas a mais necessária é a humildade: a primeira é aconselhada, a segunda nos é obrigatória: à primeira nos convidam, à segunda nos obrigam. Disto se diz: quem pode guardar, guarde. Disto está escrito: Aquele que não se tornar como uma criança não entrará no Reino dos Céus. Assim, a primeira é recompensada como um sacrifício voluntário, a última é exigida como um serviço obrigatório. Podes salvar-te sem virgindade, mas não sem humildade. A humildade que lamenta a virgindade perdida pode agradar; mas sem humildade, ouso dizer, nem mesmo a virgindade de Maria agradaria a Deus. Sobre quem descansará o meu espírito, diz o Senhor, senão sobre os humildes e mansos? Sim, sobre os humildes, não sobre quem é virgem. Portanto, se Maria não fosse humilde, o Espírito Santo não repousaria sobre ela; e se o Espírito Santo não repousasse sobre ela, ela não conceberia em virtude dele mesmo. Porque, diga-me, como ela poderia concebê-Lo sem Ele? Claramente, então, parece que para ela conceber o Espírito Santo, como ela diz: O Senhor olhou para a humildade de sua serva, muito mais do que para a virgindade e, embora agradasse a Deus por sua virgindade, ela concebeu por meio da humildade. Disso parece que essa humildade foi o que tornou sua virgindade agradável a Deus. O que diz, virgem orgulhosa? Maria se esquece que é Virgem, gloria-se da humildade, e tu gaba-te da sua virgindade menosprezando a humildade? O Senhor, diz ela, olhou para a humildade de sua serva. E quem é ela?

***

Uma Virgem Santa, uma Virgem pura, uma Virgem devota. Por acaso és tu mais casto do que ela? Mais dedicado? Ou será a tua castidade mais agradável a Deus do que a de Maria, para que possas tu, sem humildade, agradá-Lo com a tua, não havendo ela agradado com a dela prescindindo da humildade?

Quanto mais digno de honra és pelo dom singular de castidade, tanto maior injúria fazes a ti mesmo enfeando em ti tua beleza com a mistura da soberba; melhor seria não seres virgem do que orgulhar-te da virgindade.

A virgindade não se encontra em todos, mas a humildade acompanhada da virgindade é ainda menos comum. Bem, se não podes deixar de admirar a virgindade de Maria, tentai imitar sua humildade e isso será o suficiente. Mas se és virgem e ao mesmo tempo humilde serás grande aos olhos do Senhor.

Com tudo isso, há outra coisa maior em Maria para te admirar, é a fecundidade junto com a virgindade. Nunca se ouviu dizer que alguma mulher fosse mãe e virgem ao mesmo tempo. E se consideras também de quem é Mãe que, aonde chegará tua admiração por tão grande excelência? Não é preciso se convencer de que nem mesmo se consegue admirá-la como merece? No teu julgamento, ou melhor, no julgamento da verdade, será louvada aquela que teve a Deus como filho, acima de todos os coros dos Anjos? Não é Maria quem chama com confiança o Senhor e Deus dos Anjos de seu filho, dizendo: Filho, como fizeste isso conosco? Quem entre os Anjos ousaria fazer o mesmo?

Para eles basta, e o têm por coisa muito elevada, que, sendo espíritos por criação, foram feitos e chamados Anjos pela graça, como diz Davi: O Senhor é quem faz dos espíritos seus Anjos. Mas Maria, reconhecendo-se como Mãe daquela Majestade a quem eles servem com reverência, com confiança o chama de filho.

E nem mesmo Deus desdenha ser chamado do que se dignou ser, pois logo depois o evangelista acrescentou: E ele estava sujeito a eles.

***

E quem estava sujeito? A quem? Deus aos homens. Deus a quem estão sujeitos Anjos, a quem os principados e potestades obedecem, estava obediente a Maria, e não apenas a Maria, mas também a José por Maria. Maravilha-te com estas coisas e pensa: o que é de maior admiração, a dignidade mais benigna do Filho ou a dignidade mais excelente de uma tal Mãe. De ambos os lados há espanto, de ambos o maravilhamento.

Que Deus obedeça a uma mulher é humildade sem exemplo, que uma mulher tenha autoridade para mandar ao menino Deus é excelência insuperável. Canta-se em louvor às Virgens, como coisa singular, que elas sigam o Cordeiro por onde ele for. Pois que louvores acharás digna aquela que vai, também, antes do cordeiro e por ele é seguida?

***

Aprendei, ó homem, a obedecer; aprendei, terra, a sujeitar-te, aprendei, pó, a observar a vontade do superior. De teu autor o evangelista diz: E estava sujeito a eles. Ou seja, Ele estava sujeito a Maria e a José. Envergonha-te, cinza orgulhosa: Deus se humilha e tu te exaltas? Deus se submete aos homens e tu querendo dominá-los, preferes-te ao teu Autor? Oxalá se tiveres tais pensamentos, Deus se digne a responder, como disse ao Seu apóstolo repreendendo-o: Afasta-te de mim, Satanás, pois não tens gosto nas coisas que são de Deus. Já que tantas vezes desejo comandar homens, tantas vezes pretendo ir diante do Senhor; E então, eu não tenho gosto nem avalio as coisas que são de Deus, por causa de si mesmo se disse: E ele estava sujeito a elas.

Se desprezas olhar para o exemplo dos homens, ao menos não podes reputar indigno para ti o seguir o exemplo de seu Autor. Se não podes segui-lo para aonde quer que Ele vá, segui-O pelo menos com prazer onde desceu para ti. Se não podes escalar a altura da virgindade, segui mesmo teu Deus pelo caminho mais certo da humildade; do qual se mesmo as virgens se apartarem, não seguiriam mais o cordeiro em todos os Seus caminhos.

Segue ao Cordeiro, o humilde que foi manchado; segue-o, também, o virgem soberbo, mas nem um nem outro irão segui-Lo aonde quer que vá; pois nem mesmo eles podem elevar-se à limpeza do Cordeiro que não tem mancha. Nem Ele se digna a descer à mansidão de quem se calou pacientemente, não diante de quem o tosquiava, mas diante de quem o matou. Porém, caminho mais saudável a seguir escolheu o pecador na humildade do que o soberbo virgindade; pois sua humilde satisfação purifica sua sujeira, enquanto seu orgulho asqueroso mancha sua castidade.

***

Ditosa foi em tudo Maria, a quem não faltou a humildade nem deixou de adorná-la a virgindade. Virgindade singular, que não violou, mas honrou a fertilidade; ilustre humildade, que não diminuiu, mas aumentou sua virgindade fecunda; fertilidade incomparável, que acompanha juntas a virgindade e a humildade. Qual dessas coisas não é admirável? O que não é incomparável? O que não é singular? Será uma maravilha se, ponderando-as, tiveres dúvidas sobre qual delas julgará mais digna de sua admiração; isto é, será mais formidável a fecundidade em uma Virgem ou a integridade em uma Mãe maravilhosa; sua dignidade pelo fruto do seu ventre puríssimo, ou a humildade com dignidade tão excelente.

Todas essas grandezas são admiráveis, mas sem dúvida todas juntas devem ser preferidas a cada uma delas e é incomparavelmente mais sublime e mais feliz ter possuído todas elas do que apenas algumas.

Porém, que maravilha há maior que o fato de que Deus, que lemos e vemos admirável em seus santos, tenha se mostrado mais maravilhoso em Sua Mãe?

***

Venereis, então, aqueles dentre vós que estão no matrimônio, tal integridade e pureza em um corpo mortal; admirai vós virgens consagradas, a fecundidade de Maria; imitai, todas as pessoas, a humildade da Mãe de Deus; honrai os Santos Anjos à Mãe de nosso Rei. Vós adorais ao Filho de nossa Virgem, nosso Rei e seu juntamente, Reparador de nossa linhagem e restaurador de vossa Cidade. A uma dita dignidade entre vós tão sublime e tão humilde seja dada a devida reverência; e à sua dignidade, toda honra e toda glória por todos os séculos.

Índice Completo

Cap. I Maria, admiração de céus e terra

C ap. II Maria Oráculo do Altíssimo

Cap. III Maria, cheia de graça

Cap. IV Maria, a Mãe de Deus

Ditos famosos dos santos em louvor à Virgem

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