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Casamento e Paternidade – o amor que dá exemplo

Tempo de leitura: 2 min

A editora e livraria Caritatem é conhecidamente focada na edificação espiritual individual e também familiar. Por isso, dedicamos uma considerável parcela de nossa atividade à missão de enobrecer o elevado encargo ao qual muitos homens são chamados por Deus com obras como O Marido, o Pai, o Apóstolo; O livro do Marido; Casamento e paternidade; O pai cristão; A paternidade de São José; O Pai de Santa Terezinha e A arte de ser chefe. A obra O Pai de Santa Terezinha, por exemplo, tem até mesmo uma postagem em nosso blog dedicada para melhor explorá-la.

Todas essas obras realçam, até algum ponto, que o amor que deve existir entre pais e filhos é um eco do amor que Deus teve por nós quando nos criou. A relação entre Criador e criatura, juntamente com todas as suas belas implicações de redenção, preservação, providência, e assim por diante, nós observamos na invocação da oração de Cristo: “Pai nosso que estais no Céu.” Esse é o modelo da relação que deve existir entre os pais terrenos e seus filhos.

Uma vez que as crianças necessitam permanecer com os pais durante um período tão longo, desde quando concebidos, nascidos e até a construção de sua própria vida, os deveres mútuos devem ser claramente definidos. E a Igreja, em sua sabedoria tão abundante quanto simples, os definiu. Em termos gerais, os pais devem aos filhos amor e educação, enquanto os filhos devem aos pais amor, reverência e obediência. A obra Casamento e Paternidade do padre Thomas Gerard apresenta uma didática e assertiva explicação sobre o que implica cada elemento dessa relação e, aqui, faremos apenas um pequeno destaque ao amor. 

O amor de um pai para um filho

Diz-nos o Padre Gerrard: se o primeiro atributo do Pai celestial para com Seus filhos terrenais é o amor, então, o primeiro dever dos pais terrenais para com seus descendentes é o amor.  E, na ordem, o pai primeiro ama a Deus conforme a Sua Igreja, para então poder amar a sua mulher. Portanto, marido e mulher devem amar-se antes de poderem amar seus filhos perfeitamente. 

A forma em que o cultivo do amor de um marido deve ocorrer será decidida segundo o caráter e as disposições da esposa. Ele deve, no entanto, ter as três qualidades: ser afetuoso, efetivo e exclusivo. Deve ser, em primeiro lugar, afetuoso. O duplo afeto de uma mulher por seus filhos e pelo marido nasce da mesma natureza afetuosa. Para que floresça, é necessário alimentá-lo. Cultivar tal afeto no casamento requer uma vontade ativa, uma disposição permanente e uma inteligência aguçada.

O hábito dessa consideração pelo qual os pais se amam – e amam seus filhos – constitui a virtude especial da pietas ou piedade. Consequentemente, ofensas contra ela são pecados. Os pais, então, por consideração a suas próprias almas, bem como às almas de seus filhos, sempre se acautelarão contra os ímpetos de raiva e a falta de paciência. Para um propósito tão sagrado, ambos os parceiros devem estar dispostos a sofrerem sérios incômodos. De fato, espera-se que o matrimônio esteja carregado de sérios inconvenientes – que, com auxílio da graça divina, são oportunidades de amar e ensinar aos filhos que o amor é a concessão de Cristo para superar as intempéries, tanto quanto o fogo prova o ouro. 

Façamos da paternidade um horizonte genuinamente cristão e roguemos a São José que interceda por nós para que alcancemos tamanha graça. 

In corde Iesu,
Editorial Caritatem

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