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EU QUERO O MEU

O imenso milagre da encarnação

Tempo de leitura: 3 min

O Natal se aproxima e, nesse período inicial, temos um tempo ideal para meditar no grande milagre que é a Encarnação de Jesus Cristo.

Uma virgem que engravida, que dá a luz sem perder sua pureza, um Deus que se faz homem e que se submete à sua mãe como todo bom Filho. E tudo isso profetizado oito séculos antes de ocorrer. Não é incrível, não é de tirar o fôlego?

Leia a reflexão completa do Padre Jean Croiset nesta postagem!

Leitura

A leitura de hoje está no livro do Profeta Isaías, capítulo 7, versículos de 10 a 15:

Naqueles dias, Senhor disse ainda a Acaz: “Pede ao Senhor, teu Deus, um sinal, seja do fundo da habitação dos mortos, seja lá do alto”. Acaz respondeu: “De maneira alguma! Não quero pôr o Senhor à prova”.* Isaías respondeu: “Ouvi, casa de Davi: Não vos basta fatigar a paciência dos homens? Pretendeis cansar também o meu Deus? Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá e dará à luz um filho, e o chamará ‘Deus Conos­co’. Ele será nutrido com manteiga e mel até que saiba rejeitar o mal e escolher o bem.

NOTA — Ainda que todas as profecias do Antigo Testamento se referem direta ou indiretamente ao Messias, pode-se dizer que as de Isaías, o primeiro dos quatro profetas maiores, são todas de Jesus Cristo. Nelas se anuncia a sua Encarnação, seu Nascimento e toda a história da sua vida, de sua paixão, de sua morte, de sua ressurreição e de sua glória. Não podendo o ímpio Manassés repreender o profeta, mandou que o serrassem vivo com uma serra de madeira, no ano de 681 antes de Cristo.

Reflexão

“Uma virgem conceberá e dará a luz um filho, que se chamará Manuel.” Um prodígio tão fora de toda expectativa e tão superior às concepções do entendimento humano, era preciso que fosse anunciado muito tempo antes, para dispor os espíritos e os corações a não se surpreenderem quando ocorresse. Tudo é um milagre neste incompreensível mistério. Uma virgem concebe e dá a luz um filho, sem deixar de ser virgem. E este filho, que se chama Manuel, é um Deus, que ao mesmo tempo é verdadeiro homem, sem deixar de ser Deus.

E este Homem-Deus digna-se, por uma bondade infinita, ter suas delícias em habitar com os filhos dos homens: o espírito humano perde-se neste oceano de maravilhas, cada qual mais incompreensível. Mas acaso será menor maravilha que todos estes milagres, feitos a favor do homem, façam tão pouca impressão sobre seu coração? Deus faz anunciar estes mistérios setecentos anos antes que ocorram para dispor os espíritos para um caso tão estupendo.

Uma virgem concebe, o que não pode ser senão por obra do Espírito Santo. Esta virgem dá a luz um filho sem que sua virgindade sofra detrimento. Os prodígios que cercam o nascimento deste filho chocam tanto que é impossível ignorar neste infante todos os sinais do Messias. Todos estes sucessos maravilhosos são preditos e anunciados sete ou oito séculos antes que ocorram; a onipotência divina, o excesso do amor de Deus para com os homens, a excelência, a eminente santidade e as admiráveis prerrogativas de uma mãe virgem, numa pareceram nem se fizeram conhecer mais visivelmente. Este grande mistério nunca se manifestou mais claramente.

A imensidão do amor de Deus

Se as humilhações espantosas do Verbo Divino são um grande motivo de admiração, a sublime elevação de Maria à dignidade augusta de Mãe de Deus não nos descobre menores maravilhas. Uma virgem concebe no tempo ao mesmo filho que Deus Pai engendrou antes de todos os séculos. Maria é própria e natural Mãe de Deus, e por esta divina maternidade tem domínio sobre seu Deus, e Deus está sujeito a Maria: Utrinque stupor, utrinque miraculum, exclama São Bernardo: dois grandes milagres: um Deus com obrigações para com Maria, como os demais filhos naturais o tem para com suas mães.

Maria possui a respeito deste homem-Deus todos os direitos que têm as mães sobre seus filhos. Não há o que admirar depois disto, se ouvirmos dizer a Santo Agostinho que entre todas as criaturas nenhuma é igual a Maria. Rica dos bens de seu Filho, inferior só a Deus, será sempre superior aos elogios magníficos dos anjos e dos homens: Quidquid humanis potest dici verbis, minus est a laude Virginis. Por mais eloquente que seja a língua do homem, nunca poderá louvar o bastante à Virgem Mãe de Deus.

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