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O Ofício Parvo e o Escapulário

Tempo de leitura: 2 min

Fontes de graças e indulgências

A Tradição da Igreja Católica é riquíssima, não apenas por sua longa duração, mas também pela infinidade de boas práticas de devoção que foram desenvolvidas durante sua existência nos diversos lugares em que se estabeleceu, dentre as quais uma das mais constantes são os chamados Ofícios. Os ofícios religiosos são como orações e súplicas dirigidas a Deus, seja diretamente, seja através da intercessão dos Santos.

 Para encerrarmos o mês de Julho, tão acentuado pelo fervor da Virgem do Carmelo, tratemos de alguns detalhes do Ofício Parvo de Nossa Senhora, cujas diretrizes estão no livreto Pequeno Manual do Ofício Parvo

Uma das práticas de devoção mais gratas ao Imaculado Coração de nossa Mãe Santíssima, e, portanto, um dos melhores meios de ganhar a proteção e os favores dessa amabilíssima Rainha do Céu, é incontestavelmente a recitação do seu Ofício Parvo. A reza devota deste Ofício é como que um escudo ou uma armadura que nos envolve de todos os lados, tornando-nos invulneráveis aos ataques do inimigo; é como que um sinal de que pertencemos a Maria, é um penhor certo de sua especial proteção. 

Quem recita o Ofício Parvo, além de satisfazer por meio dele a todas as obrigações de orações vocais que se contraem ordinariamente ao entrar para confrarias, irmandades, etc.; ganha muitas indulgências plenárias e parciais.  São Pio V concedeu 100 dias de indulgência por cada vez que se reza o Ofício, além de outras indulgências concedidas pelos Papas seguintes, conforme explica o Pequeno Manual do Ofício Parvo.

Além disso, desde há muito tempo, o Ofício Parvo está intimamente ligado à devoção do Escapulário de Nossa Senhora do Carmo, integrando as condições para o gozo de alguns privilégios espirituais que envolvem a proteção e socorro por parte da Virgem Santíssima na hora da morte. 

 De maneira sucinta, duas foram as promessas àqueles que portarem cotidianamente o Escapulário. Em 16 de julho de 1251 Nossa Senhora apareceu a São Simão Stock, superior geral dos Carmelitas, entregando-lhe um objeto e dizendo: “Recebe meu filho, este Escapulário da tua Ordem, como sinal distintivo da minha confraria e selo do privilégio que obtive para ti e para todos os Carmelitas. O que com ele morrer, não padecerá o fogo eterno. Este é um sinal de salvação.” 

A segunda promessa consiste no chamado “Privilégio Sabatino”, estabelecido anos depois quando Nossa Senhora apareceu ao Papa João XXII e, além de confirmar a primeira promessa, acrescentou outra: a promessa de que a alma que durante a vida portou devotamente o Escapulário rezando durante a vida o Ofício de Nossa Senhora será livre do Purgatório, caso lá esteja, no sábado seguinte à sua morte.

Durante esse mês tão carmelita, o editorial Caritatem ofereceu com especial atenção algumas noções para a sua prática devocional, mas são apenas pequenas amostras do que tais obras reservam para a história de sua família.  Reforçamos, mais uma vez, a importância dessas obras de forma integral.

Oração 

“Ó Deus, que vos dignastes eleger as puríssimas entranhas da bem-aventurada Virgem Maria para vossa morada: concedei-nos que, com o presente culto que alegres lhe tributamos, nos façamos merecedores de seu patrocínio. Vós que viveis e reinais com Deus Pai, em unidade do Espírito Santo, Deus, por todos os séculos dos séculos. Amém.” – Ofício Parvo de Nossa Senhora

In Corde Iesu

Editorial Caritatem

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