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Sobre o perigo das danças e das festinhas

Em si as danças não merecem censura. Pois se destinam ao recreio, ao divertimento e não visam satisfações sensuais. Tornam-se más quando usadas com má intenção, ou de modo a excitar as próprias ou alheias paixões, ou por qualquer outra circunstância repreensível.

Havendo atitudes inconvenientes, aproximações indiscretas, contatos reprováveis, o caso é outro. Temos não só um perigo ou ocasião de pecado, mas uma verdadeira imoralidade. Uma verdadeira desobediência ao mandamento que diz: Não pecarás contra a castidade! Não podem, portanto, ser admitidas. Não pode frequentá-las uma cristã que teme a Deus. E o pecado será, em caso contrário, não só de quem dança, mas de quem aprecia uma coisa má.

Infelizmente, a quase maioria das danças, ou em clubes [festinhas], ou em famílias, entra nesta reprovação. Por si mesmas, independentes dos cuidados e das reservas dos que as dançam, são elas más por suas plásticas e aproximações.

Vale aqui a palavra dos Bispos franceses:

São divertimentos imorais por sua natureza e por isso também proibidos e condenados, sempre e em toda parte. São uma revolta contra a lei divina.

Por conseguinte, leitora, não podes ser tolerante neste ponto. Nem podes usar meias medidas. Nem te adianta dizer que o confessor não te proibiu a dança. Nem te escusa o procedimento das outras. Nem te defende do pecado a presença dos pais.

Graças a Deus, devagar vai aparecendo uma reação no mundo feminino que se dá mais à religião. Mas urge intensificá-la.

Não sabes que os inimigos da religião querem justamente isso: que a moça católica não veja nada de mal nos bailes?

Agora vou lembrar-te outras circunstâncias de peso neste assunto. Os vestidos de baile [festinhas] são uma ofensa aberta contra o recato e pudor. Formam ao mesmo tempo grave tentação para o mundo masculino. E escandalizam a quem apenas os observa.

Vem a circunstância do tempo. Dá-se tempo demais aos bailes e desse tempo se faz uma ocasião de encontros combinados entre rapazes e moças.

Daí nascem as familiaridades perigosas. Hoje é tão fácil dançar uma moça o tempo todo com um par. Dança-se à noite, pela noite afora. Há bebidas e o que a elas se segue.

Não pense a leitora que seja tudo. Ao lado dos perigos objetivos, que existem para todos, há os perigos subjetivos, que existem apenas para vários indivíduos.

Para uma moça que peca gravemente, sempre ou quase sempre que dança uma dança honesta (tão rara hoje!), é o baile [festinha] evidentemente ocasião próxima de pecado e, portanto, divertimento proibido. Diga-se o mesmo de quem a ele assiste nas mesmas condições.

Que fazer se por uma razão muito séria não pode uma jovem abster-se de um tal baile [festinha] honesto? Recorra à oração, vigie o coração e procure afastar o perigo, de próximo para remoto.

Mas se os pais mandam que a filha vá aos bailes [festinha]? Neste ponto a filha não está obrigada a obedecer.

————

Trecho extraído do livro “Páginas para Moças – Audi Filia”, do Padre Álvaro Negromonte.

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