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Tudo coopera para quem ama a Deus

Tempo de leitura: 3 min

As más interpretações da passagem de Romanos, em que São Paulo diz que tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus, são inumeráveis. Geram, porém, as piores heresias: teologia da prosperidade e outros. Leia, portanto, a reflexão feita pelo Padre Jean Croiset no tema, e entenda o que esta passagem realmente quer dizer!

Leitura

A leitura de hoje está no capítulo 8 da Epístola de São Paulo aos Romanos, versículos de 28 a 30:

Irmãos: Aliás, sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são os eleitos, segundo os seus desígnios. Os que ele distinguiu de antemão, também os predes­tinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que este seja o primogênito entre uma multidão de irmãos. E aos que predestinou, também os chamou; e aos que chamou, também os justificou; e aos que justificou, também os glorificou.

NOTA — A epístola de São Paulo aos romanos é muito naturalmente dividida em duas partes. A primeira compreende os onze primeiros capítulos, e trata do dogma. Os cinco últimos formam a segunda parte, contêm diferentes preceitos e conselhos doutrinas.

Reflexão

“Tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus”. São Paulo não nos diz que não ocorrem contratempos aos que amam a Deus. Na verdade, ele sabia muito bem a quantos estão sujeitos, enquanto estiverem vivos neste mundo miserável. Ele diz, no entanto, que pelo amor que têm a Deus saberão converter todas as coisas em seu proveito. A adversidade os humilha, mas não os abate: afasta-os das criaturas para os aproximar de Deus.

As honras e os aplausos lhes dizem não o que são, mas o que deveriam ser. Os desprezos e as humilhações, porém, são o que são efetivamente. Até mesmo as suas faltas contribuem para lhes despertar o fervor e a vigilância. A concupiscência é como aqueles insetos venenosos que transformam em peçonha o suco delicioso das mais lindas flores. O amor de Deus, pelo contrário, é como a fadigosa abelha que converte em doce mel o amargor das mais vis plantas.

Todos somos chamados a ser santos, e todos os somos a partir do ponto em que começamos a amar a Deus exceção e nem reserva. O amor de Deus é, ao mesmo tempo, princípio e complemento da santidade. Todos somos chamados a ser santos, nem mais, nem menos, como todos aqueles que foram convidados para a mesa do grande pai de famílias, mas todos se escusaram com diferentes pretextos.

O chamado à santidade

Aqueles que Deus previu que chegariam à santidade a que os chamava, porque se aproveitariam de Suas graças, predestinou-os para serem semelhantes a seu Filho, participando de Suas dores na terra e da Sua glória no Céu. E poderão estes queixar-se de que se trate a seus filhos adotivos como tratou a seu Unigênito? Se para sermos confessores de Jesus Cristo, se para vestirmos o traje de Seus escolhidos fossem necessárias honras e riquezas, então poderiam parecer justas nossas queixas.

Contudo, não é preciso mais do que padecer e sofrer com a devida resignação. Que homem haveria, desde o príncipe até o mais simples vaqueiro, que não o possa fazer, especialmente com o auxílio da Divina Graça? Não há coisa nem mais ordinária, nem mais comum ao homem, do que os trabalhos. A vida é uma cadeia de adversidades, sem que haja estado ou condição que seja isento delas.

Só resta conhecer o muito que valem estes trabalhos e decidir não deixá-los mal feitos. Deus chama os homens por Sua graça, e justifica por Sua misericórdia aos que correspondem a este chamado. Glorifica então aos que justificou e perseveram em justiça. Isto é tudo o que nos importa saber no mistério da predestinação. Todos somos chamados a salvar-nos; não podemos perceber senão por culpa nossa e por não queremos corresponder à graça que nos chama. Não há predestinado que não deva sua alegria a Jesus Cristo, à Sua misericórdia e aos Seus infinitos merecimentos. Não há condenado que não conheça, que não confesse por toda a eternidade, que Ele próprio foi o artífice de sua desventura e de sua reprovação.

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